quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

De convites e de crises

Eu queria fazer um convite poético

Falta-me talento e inspiração

Tudo o que consegui foram linhas atravessadas

Dizendo que agosto é mês de gosto

E o gosto posto em mesa poética

Que todos saberemos apreciar


 


 


 

Estive em São Paulo em plena crise

Naquela segunda em que tudo parou

E que a marcha ao caos do capitalismo se mostrou, odiosa, monstruosa, temerosa

E agora, o que resta?

Resta o nosso combate pelo socialismo

Resta irmos todos ao encontro de nossa comunidade

Pois "enquanto houver burguesia não vai haver poesia"

É certo

Mas, até acabarmos com a burguesia

Seguimos tentando fazer poesia

Enquanto a nossa volta o capitalismo tudo destroi

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